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domingo, 12 de agosto de 2018

( SURFCASTING) SÓ PARA MATAR O BICHO...

Boas.


Semana comprida e sem fim...

Cansado, massacrado, e com necessidade de ir ao mar... Bem, de ir fazer uns lances ao surfcasting...

Depois de falar com a malta eis que conseguimos ir um pouco na 6ª feira. O problema eram as aguagens e o mar que não deixavam pescar em lado (quase) nenhum... Lá vimos uma aberta num pesqueiro e fomos...

A ideia era fazer a praia mar, pois com as aguagens altas ( 15), era complicado pescar com pouca água.

Ao chegarmos ao pesqueiro nunca, mas nunca tinha visto ali tanta gente... O povo foi obrigado a se juntar todo. Fizemos mais de 2 km´s de praia até desistir e voltar para trás. Os pirilampos não tinham fim... Ver tanta luzinha na praia até me dava vontade de rir, mas não me importei nada e a malta também não. Com muita calma, pois era só para fazer 3/4 horas de pesca coisa rara ao surfcasting lá ficámos no inicio dos pescadores longe das melhores zonas, mas... enfim, era o que havia.

A primeira ideia que senti na praia muito rasa era que com a maré a subir íamos ficar muito longe dos fundões pois eram muitos metros de praia sem qualquer declive.


Lanço a 1ª cana com americano e vou montar e pimba lá para dentro, a 2 cana foi com bibis, o isco que mais peixe me tem dados no ultimo ano. Resolvi só pescar com 2 canas devido ao spot ser muito raso e isso obriga a mais trabalho fisico.

Logo de seguida a minha cana tinha batido, eu já tinha reparado mas não ao longe não via a linha de lado e assim que segurei percebi ter um sargo. Cabeçadas, principalmente sempre que se afrouxava um pouco ao recolher... Deu alguma pica. Um belo sargo, gordo, gordo...

Fui logo iscar de novo e lá foi outra para dentro...

Estava a preparar a iscada, e vejo novamente a mesma cana a bater e lá corri... Assim que agarro um peso maior, e cabeçadas. Outro sargo, este correu um pouco nas escoas fortes e deu me gozo. Com calma fui trazendo um belíssimo peixe. Parecia uma bola de tão gordo que estava... Assim dá pica.

Lindos peixes. Dois, mas bons.

Isquei novamente e pimba para dentro...

A primeira hora foi compensadora, não que tivessem saído monstros, mas saiu peixe, e ao menos estáva entretido. A cana até ficou virada para trás... mais um devolvido que foram uns 15 a 20 peixes. Bem, continuei a trocar iscadas, mas o mar galgou e passou a varrer tudo... Eram metros atrás de metros e as aguagens não perdoavam... Com aquela cota de água já elevada julguei que pudessem aparecer uns peixes pois o mar estava bonito... Mas foi tudo ao contrário... A praia mar trouxe actividade zero. Nada de nada. Nem se sentia as canas a mexer, as iscadas vinham e iam...

Quando voltei para trás vi a minha linha um pouco caída e lá fui agarrar... Ao puxar percebi que vinha algo mas tão pouco que percebi ser pequeno... E passados muitos anos, num anzol hayabusa 2/0 vem um peixe aranha minúsculo... Incrível.

E já a maré vazava bem, entrei o mais dentro que pude e fui tentar dar com o buraco... Não deu nada demais, foi mais uma baila pequena, mas foi so para confirmar a percepção que fiquei nestas horitas...

Devido a praia ser muito areada, embora se sentisse o fundão ao recolher quando chegamos à realidade é que ali se iria fazer mais peixe com a maré com pouca água pois podía chegar a frente e lançar para o fundão. Com água, fui obrigado a recolher e ficar muito distantes dos fundões e como o peixe não entrou pelos vistos ali na água rasa, nada a fazer...

Lá arrumei a tralha e demos por terminada a pesca... Nada de mais, valeu pelos bons sargos, e por passar umas horas com os amigos, isso ninguém nos tira... Amizade e boa disposição acima de tudo...




Um grande sargo safou uma pesca maioritariamente de devoluções...

O Verão é mesmo assim na minha zona...


Resta ir as douradas a ver se como no passado safo algumas...

Abraço malta e até breve...

Material:

Canas: Vega Elite, Vega Potenza Legend, Cinnetic Black Star ST

Carretos: Shimano Bull´s Eye ( 3)

Linhas: Cinnetic Sky Line, Vega Red Power, Vega Power Zone, Sufix 100% fluoro, Vega Super Tech fluoro

Iscos: Americano, Casulo, Caranguejo, bibis


FilipePC


quinta-feira, 26 de abril de 2018

(PRONTO) O ROBALO GLUTÃO

Boas a todos.

Queria ir à pesca mas não sabia onde. A ideia era fazer um surfcasting mas não era para ser uma jornada muito longa. Perguntei ao gang para saber se alguém queria vir. Mas ninguém podia vir. O único que ia à pesca era o Nuno, mas já tinha combinado com um amigo.
O Filipe deu-me a dica que andavam a sair uns robalos num pesqueiro relativamente perto para poder fazer uma jornada rápida ao surfcasting. E assim foi.
Nesta altura do ano uma das melhores iscas para pescar por ali é a sardinha e a cavala. Isco relativamente fácil de arranjar, bastou-me ir ao supermercado e comprar umas 3 sardinhas e 2 cavalas. Para o tempo de pesca que ia fazer chegava e sobrava.



A ideia era pescar na altura da maré vazia pois o pesqueiro é bastaste espraiado e de maré cheia tem muito pouca fundura.

Cheguei lá e não havia ninguém na praia e ao caminhar reparei num belo agueiro/canal que se formava a meio da praia com uma ligeira curvatura. Fiquei logo por aí.
Montei o material e vai chumbo lá para dentro, com uma bela iscada de meia sardinha num 3/0.
Nestas pescas em que vou sózinho, enquanto espero pela ponteira dar um sinal, gosto muito da tranquilidade e fico a observar a noite e o mar. É bastante gratificante.
Já ia com uma hora e meia de enchente e o tempo de pesca começava a escassear, até porque as pescas já começavam a correr bastante. A actividade era zero e apenas tinha de ter trocado de iscada 2 vezes mais pelo desgaste da mesma pois peixe nada. Mas muito sinceramente prefiro assim pois tenho a certeza que a isca está sempre lá para quando vier um peixe decente.


Nisto a ponteira da cana alivia, mas verga novamente e não volta a folgar. Ao ver aquilo fiquei intrigado e fui observar. A linha estava corrida, mas para o lado oposto a corrente. Hmm, tem lá peixe pensei logo. Ao recolher o peixe pouca luta dava, apenas sentia peso. Quando chega à beira dá é que vejo a cor daquela bola. Sim parecia uma bola. O robalo tinha uma pança mais parecia um achigã.
Ainda fiz mais uma hora de pesca, mas já era tarde e tinha de ir dormir.
Já foi bom trazer um robalo para os filhotes.



No dia seguinte ao arranjar o robalo no bucho trazia 2 sardinhas, mais uma espinha doutra já em decomposta, uns 4 ou 5 pilados, e o glutão ainda tinha apetite para mais uma iscada de meia sardinha, haja fartura...




Grande abraço e até breve

Guilherme

Material
CANA: Daiwa Skycaster II
CARRETO: Shimano BullsEye XT
LINHA: Cinnetic Skyline 0.20
ESTRALHOS: Sufix 100%Fluorcabono
ANZOL: Hayabusa FKS 3/0
ISCOS: Sardinha e Cavala

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

ROBALO AOS PÉS

ROBALO AOS PÉS



Boas a todos.

Tenho feito cada vez mais estas escapadelas ao spinning. A logística é pouca ou quase nenhuma basta agarrar no material, uma garrafa de água e fazer-me à estrada.
Aproveitando o mar caído e uma maré baixa por volta da meia noite, resolvi ir até um spot que com estas condições pode sempre dar uns peixinhos.
A ideia era pecar no máximo 3 horas, 1 da vazante e 2 da enchente. Até porque no outro dia tinha passeio bem cedo com os miúdos.
Cheguei parque de estacionamento, vesti os vadeadores, e rumei ao pesqueiro. Mas quando me começo a aproximar o mesmo estava cheio de malta a pescar ao fundo. Então tive mudar logo para o plano B que já tinha delineado.

O spot do plano B não tinha ninguém à pesca o que me permitia bater todos os fundões e bater uma área maior. A ideia era andar o máximo em cima dos cabeços e lançar para trás dos mesmos ou na diagonal para os fundões.
Lançamento atrás de lançamento e já tinha explorado bastante o mesmo cabeço e fundão e sigo para outro. Mas neste outro não sentia tão bem o trabalhar da amostra e começo a voltar para o outro. Isto sempre dentro de água e sempre a lançar.

Já em cima do cabeço onde tinha estado primeiro e faço um lançamento e já estava a pensar enquanto recolhia que ia trocar para uma zagaia a ver se o peixe andava mais distante. Já no final da recolhida e com a amostra a dar já algumas cabeçadas na areia, a 3 metros de mim com mais ou menos 40 cm de água um enorme SPLASH (que me ainda me assustou) e zás, cana dobrada e peixe ferrado. Posso-vos dizer que nem me lembro de dar ao carreto, o peixe atacou tão perto de mim, que apenas tive de ir recuando até uma zona seca para deitar a mão ao robalo.
Coloquei-o no saco e voltei à carga. Ainda tive mais um ataque mas este não ferrou.



Posso-vos dizer que foi bastante engraçado a maneira como este robalo atacou, pois a amostra já vinha a dar cabeçadas na areia, e eu já estava a levantar a ponteira da cana, pareceu quase um ataque a um passeante. O mais provável era o robalo já vir atrás da amostra à algum tempo e assim que viu que estava a ficar sem água atacou.



Grande abraço e até breve.

Material:
CANA: Shimano Nasci 2.70m
CARRETO: Shimano Biomaster C5000 FB
LINHA: Sufix 832 0.19
AMOSTRAS: MaxRap FHC


GUILHERME

terça-feira, 29 de agosto de 2017

( SURFCASTING) GALÉ GANGSTERS!!!

Boas.

A costa alentejana como sempre está no nossos coração. Percorrer aquele areal é fenomenal. Da Comporta até Sines, qualquer praia pode abrigar uma das nossas investidas. Tudo depende do dia, do mar, e claro do feeling...

Desta fomos parar a Galé, um terror diria. Aquela escadaria... Ninguém merece...

Mas era ali que o mar tinha um ligeiro toque e decidimos ficar por lá... Chegámos cedo a tempo de aproveitar todo o momento...

O momento é muito mais do que pesca como entendem. Somos mais do que um simples grupo, é mesmo assim que vivemos a coisa. Somos um grupo de amigos que curte o momento, que vive a vida e a pesca em conjunto. Isso acaba por dar mais sabor aos momentos e acaba por colorir até as pescarias mais fraquitas. Mesmo que o peixe não abunde, abunda a amizade, a boa disposição, abunda a vida...
Não há forma de explicar o ambiente neste grupo maravilhoso

Existem imagens que valem por mil palavras...

entendem?






...

Cada qual lá escolheu o seu spot e lá foi montar o seu estendal... Fiquei com o Nuno mais a esquerda, e o resto da trufe foi para a direita... A noite estava fixe e havia a ilusão de se fazer uma boa pescaria. Bem, boa não, pois o mar estava demasiado caído. Razoável. Ao menos que todos sacassem um ou outro peixito.













A pescaria começou fraca, sem actividade ao pôr do sol, e sem actividade no início da noite. Saíram dois sarguitos pequenos.

Lá para a direita tínhamos a notícia de uma sargo jeitoso...

Guerreiro em acção...



Já deviam ser uma 10 da noite e o mar nem mexia, cada vez mais pequeno... A nossa ilusão era cada vez mais pequena e a vontade menor. Eu passei mais tempo sentado na conversa a curtir do que a pesca. Estava a dar me uma secura... Olhava, olhava para a esquerda e epa parecia lá muito ao longe na noite escura que estava que a tal barraca que lá estava tinha luz.

O Nuno dizia me que aquela hora estava fechado óbvio mas os minutos passavam e eu tentava ver qualquer coisa, andei uns metros e vi movimento.

Disse logo ao Nuno:

- Epa está lá malta junto ao poste.
-Ah, isso deve ser do parque Filipe, descem e ficam ali a ver o mar...
- Não pá parece que se estão a mexer.
- A mexer como?
- Epa sei lá tipo a dançar...
- Ah, devem estar com os copos...
- Pois Nuno parecem ter copos na mão!
- Epa anda lá ver...

E começámos a andar e a medida que o escuro foi ficando mais visível, epa... Vimos que o bar estava aberto e disse-lhe:

- Bora buscar algum dinheiro, bebemos algo!
- Anda lá!



E lá fomos de carteira na mão...

Quando nos estávamos a aproximar, malta, aquilo parecia uma rave!!! Era tanta malta a beber e dançar que parecia uma disco a beira mar lololol

Com a secura que tínhamos pedimos uma caipirinha cada um e ficámos durante minutos preplexos a ver aquele espectáculo. Muito bom! Tudo a curtir a night, n´os todos cagados e com roupa de pescador e botas, a malta toda de calção, saia e chinelo ou mesmo descalços. Eu só abanava a cabeça, fomos andando de volta e só nos riamos... Sentámos na cadeira e epa... Ali, sim, ali, a beira mar de copo na mão. Inolvidável.

Bem, tenho que vos dizer que um gajo estar a beira mar a beber uma caipirinha em plena pesca, não é TOP, É MEGA TOP!

Desta ainda não me tinha acontecido, estar a beira mar a pesca numa praia sossegada e a beber caipis. TOP.

Já outros não bebiam... Mas...
Ou dormiam...

Ou davam ao serrote...


A noite estava muito boa, com calor embora com um pouco de vento... Por mais que mudássemos os iscos as capturas eram pequenas e na maioria devolvida, entre bailas e pequenos robalos e sargos.

Mais tarde aproveitámos vejam bem a oferta que o Rui, fez ao restante grupo mesmo não podendo estar presente nesta pescaria... É uma família este grupo! Mesmo.

Ele trouxe de Setúbal 6 pastéis de nata para todo o grupo se lambuzar durante a noite...



Atitudes destas não têm preço. Mas demonstram o sentimento entre todos...


Ainda procurei sacar um linguado ou pregado e meti uma cana com montagem para eles, com aquelas cores vermelhas que eles tanto gostam, mas nem isso...

A medida que a noite passava cada qual ia sacando os seus peixes com o tamanho que procuramos e quase todos tirámos belos sargos, mesmo sendo poucos eram alguns. Todos fizemos peixe, nada de grades, se bem que quem saca o peixe da noite foi o nosso Guilhas.

Já madrugada dentro, a cana dá uma mocada das grandes e ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ, um arranque já engraçado e depois foi trabalhar bem o peixe até aos pés e meter a seco. Já foi um bom peixe, um robalo jeitoso.

O dia nasceu e nós arrumámos a tralha havia a subida terrível de categoria especial para fazer e nada melhor que depois ir a malta tomar o pequeno almoço a urbanização do Carvalhal como quase sempre fazemos.

Não foi uma grande pesca, a costa alentejana está com muito peixe miúdo mas a malta divertiu se e tirou uns peixes, deu para fazer o gosto ao dedo.

Para não variar, vim o caminho todo a dormir, estava com uma moca...

Apeteceu nos mudar um pouco de ares e lembrar as tantas noites que por lá passamos... E tantos troféus por lá já tirámos...

À malta que nos vai seguindo um abraço, a malta continua a fazer o que tanto gosta, e muito se tem pescado ultimamente e com excelentes capturas, pedimos desculpa pelo tempo para fazer os relatos.

Um abraço e até breve noutra pesca mais por perto ;)
















MATERIAL:

CANAS: Vega Potenza Elite, Vega Hellion ( 2 ), Cinnetic Black Star Hybrid ( 2 ), Cinnetic Raycast Hybrid ( 2 ), Daiwa Tournamente Z, Daiwa Cast Iz´m, Daiwa Sky Caster Hybrid ( 2 ), Barros Surf team XK, Barros Surf Team XT, Shimano Power Aero Sensitive

CARRETOS: Shimano Bull´s Eye XT ( 8 ), Daiwa Saltiga Surf, Shimano Ultegra XSC ( 5 )

LINHAS: Cinnetic Sky line red inferno, Yuki Kenta, Sufix 100% fluorocarbono, Seaguar Ace, Vega 100% Fluorocarbono

ISCOS: Casulo, Ganso Nacional, Bibis, Americano, Caranguejo de 2 cascos, Lingueirão


FILIPEPC, GUILHERME, NUNO C., SANTOS, JOÃONUMBERONE, SOARES


quinta-feira, 22 de junho de 2017

( SURFCASTING) PERDIDOS E ACHADOS!!! NO ESPECTÁCULO DO NUMBERONE

Olá.

Muitos são os que pensam que no surfcasting é apenas lançar uma chumbada com anzol e isco para dentro de água e está feito!!! Nada mais errado. O Surfcasting é das modalidades de pesca das mais técnicas, senão a mais técnica. Por fazer todas sei que é mesmo assim. Juntamente com a bóia sinto que são as que mais o pescador pode mudar algo e ser influente no sucesso. Todas têm segredos como é óbvio e todas têm as suas dificuldades, mas acreditem os que não fazem surfcasting que é uma modalidade muito, mas muito técnica e difícil.



Comecemos talvez logo por o mais banal mas que faz logo a diferença. A escolha do pesqueiro. Isto tem muito que se lhe diga! Quase todos os bons surfcasters sabem da importância desta escolha e o quanto pode traduzir se numa boa ou má pescaria. No caso da Costa alentejana mais se torna fulcral, pois na realidade o espaço entre Troia até Sines albarga quase todos os tipos de mar/condições.

Sim, acreditem os mais cépticos. De mar de 0.5 até 5 ou 6 metros dá sempre para pescar desde que o vento não estrague a coisa ou as aguagens... Para vos dar uma ideia muitos dias quando estamos com 4 metros de mar a Comporta, Troia, têm menos de 1 metro... E nos dias em que o mar está abaixo de metro, se descerem até perto da Praia do Norte em Sines podem apanhar os 2 metros ou mais... Acima de tudo a escolha deve recair com um estudo do momento vs alguma sorte em estar o mar que os sites da especialidade dão. E claro falar é fácil, teoria é óptimo, mas depois é lá no terrenos que se fazem as diferenças consoante as escolhas.

Pois bem tudo começa numa das investidas a Costa Majestosa alentejana, em que 4 elementos foram mais cedo e 2 mais tarde, supostamente ter com o restantes...

A saga do Emanuel, do Santos, do Rocha e do Nuno começou cedo e a porcura pela spot certo também. O mar estava algo forte e por isso a 1ª escolha mais a Sul ficou fora de hipóteses... Foi arrumar tudo e rumar a Norte... A Norte pararam no Spot, bem, já vão entender... Mas por N motivos, entre os quais uma desconfiança se daria apra pescar ou não, resolver ir ter ao Carvalhal... Praia onde pescaram um bocado, com más condições e arrumaram... Rumo ainda mais a norte, onde o Pilado derretia os iscos... Mais umas horas e arrumaram rumo a casa uns e outros rumo a margem sul, sem nada no "bolso".




Estava o 1º grupo na altura no Carvalhal quando o 2º chega e resolve ir direito a Galé, onde decidiu ficar após analisar o mar lá de cima...

Disse vos que o 1º grupo passou pelo spot certo? Pois bem, não é fácil acertar nem fazer sempre escolhas certas, mas vejam esta... O 1º grupo do Gang passou mais tempo a viajar e a sofrer, pois arrumar material e mudar de praia N vezes é muito duro, e o 2º grupo que decidiu ficar ali, na 1º escolha deles, tiveram a estrelinha, ou os olhos de falcão necessários...

A pesca começou para eles já de noite e já de noite tudo se passou ali!

Quem deu show foi mesmo o Numberone que carregava de peixe enquanto os colegas passavam mal por entre as escolhas, as más escolhas.





Quando falei a 1º vez com o numberone já ele me enviava fotos de uma arca muito bem composta, com robalos e sargos de eleição. O Soares também mostrava sinais de se safar com uns peixes...

A comunicação entre grupos por meio da noite mostrava o desespero de uns entre a alegria de outros...

Actividade máxima, peixe a colaborar, mar pescável, bem mexido... Do outro lado, pilado, km´s a pé com material as costas... Tudo a correr mal. A tabela ameçava mudar, claro... Nisto duas ou três pescas assim, mudam toda a realidade de um campeonato... Acreditem que tudo é possível, já vi cada pesca e cada grade este ano no grupo que se pensarmos nisso até ao final tudo pode mesmo acontecer...



O NUMBERONE dava show de bola naquela que estava a ser a sua noite, entre muitos ataques e peixe perdido, os robalos e sargos de bom porte sucediam se, isto para quem chegou tarde e supostamente a más horas, lol. Já o 1º grupo mantinha algo que roçava o desespero... A procura por um ou outro peixe de jeito, mas era mesmo impossível e com tantas mudanças de praia, o cansaço e o desânimo estavam a apoderar se do grupo! Pudera. Imaginem o que é mudar 3x de pesqueiro no Surfcasting!!! e outros mudaram 4º. É algo impensável. Em parte axar, em parte más escolhas há que reconhecer os erros e evoluir com eles...

Já tinha muito sono, mas o numberone ia mostrando peixe e mostrando que a classificação dele na Tabela Gang pode a qualquer momento ser alterada. Estava a trocar mensagens com ele quando ele saca outro robalo jeitoso. Como ele dizia eles acharam o que outros perderam...

Peridos sabe se lá por onde andava meia equipa do Gang a palmilhar terreno, em vão... Vieram como foram, ou foram como vieram. Que a lição lhes tenha servido de exemplo. Um má decisão tomada por bem, é sempre uma má decisão e prejudica todos.

O João e o Soares voavam numa noite em que chegaram tarde e com a Galé com bastante peixe... O que seria se têm chegado antes???




Já de madrugada vi que a noite deles tinha terminado em beleza com mais uma boa pesca para o Gang, desta melhor para eles que tanto têm passado mal na maioria das pescarias.

Já mereciam qualquer coisa de jeito!!! A diferença entre achar ou perder o local na escolha foi simples... O Numberone fez 10 kg. de peixe, o Soares uns quantos, o resto nada... E estiveram na praia certa a hora certa, faltou um clic que os fizesse descer o terror da Galé!

O Gang continua a insistir em busca de boas pescarias... Vamos esperar que ainda se consigam algumas!

Até lá, fiquem bem...

Mais umas arcas compostas...

GANGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG














Joãonumberone, Soares, Nuno C. Emanuel, João Rocha, Santos