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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

URFES COM BRAÇO ROTATIVO



O TRABALHO CONTINUA EM PROGRESSÃO E DESTA EVOLUÍMOS PARA URFES COM UM "BRAÇO" PARA MARES MAIS PARADOS...

EM TESTES...





MIGUEL BRAVO

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

SUPORTES PARA CANAS


CADA VEZ MAIS O MATERIAL DEVE SER MANTIDO NO MELHOR ESTADO POSSÍVEL.

A GRANDE MAIORIA DOS ESPETOS RISCA AS CANAS O QUE AS DESVALORIZA CASO UM DIA AS QUEIRAM VENDER, ALÉM DE QUE ESTETICAMENTE FICA MUITO FEIO.

OUTRO ASPECTO IMPORTANTE É QUE A MAIORIA DOS ESPETOS DE ALUMÍNIO NÃO TRAZEM NENHUMA SEGURANÇA E CASO ESTEJA UM DIA VENTOSO PODE DEITAR ABAIXO UMA CANA DANIFICANDO A.

NADA MELHOR DO QUE PROTEGER AS CANAS COM UMA MANGA/ESPONJA/BORRACHA A ZONA DO COPO SUPERIOR E COM UMA TRANCA EM INOX PROTEGIDO COM MANGA RETRATIL PARA EVITAR QUE A CANA POSSA CAIR.

FICAM EXEMPLOS:






MIGUEL BRAVO

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

URFES PARA SURFCASTING



FICAM AS FOTOS E IDEIAS DE ALGUMAS URFES ARTESANAIS QUE SE TEM USADO...

PARA TEREM NOÇÃO, AS URFES DE NYLON SÃO SIMPLESMENTE BRUTAIS.

USANDO UM DIÂMETRO ACIMA DO 0.60 MM. CONSEGUE SE URFES CONSISTENTES, MALEÁVEIS E QUE NÃO ENLEIAM.

A ESCOLHA FORAM URFES DE 10 CM. COMO O TAMANHO STANDART EM TERMOS DE PREFERÊNCIA:





MIGUEL BRAVO

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

( TRUQUES E DICAS) CANEIROS


AS MOVIMENTAÇÕES DAS AREIAS TRAZEM CONSIGO COMEDIA, OS CANEIROS CRIADOS PELOS MARES TEMPESTUOSOS DÃO NOS OPÇÕES ÚNICAS PARA A PRÁTICA DO SPINNING E DO SURFCASTING.

CADA DIA AS AREIA, MOVEM SE, MAS QUANDO SE CONSEGUEM CRIAR OS GRANDES CANEIROS TEMOS LÁ A CHANCE DE TIRAR UM GRANDE EXEMPLAR...

SEMPRE A TER EM CONTA...


NESTE 2º EXEMPLO O MAR PARTIU UM AREAL EM DOIS, NUMA ALTURA DE CERCA DE 2 METROS. UMA LOUCURA PARA OS GRANDES ROBALOS


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

( TRUQUES E DICAS) DEFINIÇÃO DE AGUEIRO


AGUEIRO

Por norma um dos locais, senão o melhor local para se ficar numa pescaria é na zona do agueiro, onde existe mais corrente, passagem de peixe e comedia.

Embora muitos já saibam o que é, outros ainda desconhecem o que é um agueiro.

A foto a seguir ajuda a elucidar e procurem este spot nas praias.

Os resultados serão muitas vezes melhores do que o costume.


Infelizmente nem todas as praias têm estas características, mas quando tiverem, é um local a ter em conta:


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

(Jigging) Estudo de cores em profundidade


Boas Pessoal...


Desta vez, deixo-vos com um estudo organizado pela JAMSTEC.

É uma empresa japonesa ligada a estudos científicos sobre o mar e que fez um estudo sobre as cores e a relação ou transformação que existe entre elas e a profundidade visto através do olho humano.

Claro que a visão dos peixes varia e muito quando comparada com a nossa, mas é um excelente ponto de partida para nos ajudar a compreender a transformação que ocorre na medida em que a escuridão se  instala.

Para terem uma noção, este estudo foi feito a pedido e em conjunto com a SFC. A empresa da qual faz parte o criador da técnica de slowpitch na arte de jigging....Norihiro Sato.

Este estudo é mais uma das razões pela qual a marca japonesa se mantém na vanguarda do jigging.

Eu como praticante e amante de jigging dou-lhes os parabéns e só espero que eles se mantenham no topo e sempre a inovar.

O teste foi feito desde os 3 metros até aos 260 metros de profundidade, onde começamos com a primeira palete de cores antes de entrar dentro de água.

Obs: A profundidade pode se ver onde diz D




 








                   Um grande abraço e até breve

                                Luís Malabar

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

MONTAGENS DE ANZÓIS DUPLOS PARA JIGS



Boas pessoal...





Infelizmente a minha net aqui por Angola tem estado uma desgraça e no mês passado só tive 4 dias de net!!!!...surreal eu sei, por isso é que não tem sido possível publicar nada.

Hoje apenas quero dar uma pequena ajuda para quem se está a iniciar ou não, na montagem de anzóis duplos para os jigs, neste caso o mais comum são os de slow picth pois na maioria dos casos os ataques são feitos na cauda do jig.

Já existe no mercado estrangeiro diversos materiais mais recomendados para se fazer as montagens, tal como a corda que já trás no seu interior linha de nylon ou fluorcarbono para manter a rigidez dos anzóis duplos, dificultando o entrelaçar dos mesmos.

1º Passo  É cortar dois pedaços de corda à medida que queremos em função do comprimento do jig e depois introduzir um nylon rijo ou fluorcabono no interior da corda.



2º Passo é juntar as duas pontas e entrelaçar o solid ring, apertar ao máximo e pingar o nó com super cola 3 e continuar a fazer pressão até que a cola segure o nó por si mesmo. Depois de secar volta-se a pingar de cola. Para que entendam a razão pela qual colamos primeiro o nó ao solid ring e não só depois de termos os anzóis colocados, tem a ver com a forma natural da corda, se atarmos os anzóis duplos e depois dermos o nó no solid ring, por mais que nós tentemos que os anzóis fiquem virados um para o outro manipulando a corda, ela nunca vai ficar como nós queremos. Daí ser mais fácil fixar primeiro o solid ring e deixar que a corda assuma a sua forma natural para depois ai sim, colocarmos os anzóis e eles ficarem virados um para o outro sem esforço nenhum.

OBS : Além de se colocar cola no nó, também há quem coloque cerca de 1 ou 2 milímetros de multi logo a seguir ao nó para ajudar a segurar o nó. Isso serve para caso puxemos um dos anzóis a corda não escorregue e puxe pelo outro anzol. Eu sinceramente acho que quando os duplos já são curtos por causa do tamanho do jig, estar ainda a diminuir a liberdade deles com menos 2 milímetros que seja estamos a prejudicar o movimento dos anzóis. Daí eu chamar atenção na altura de comprarem os anzóis, pensem no tamanho do jig e não no peso do peixe!!



3º Passo..É colocar os anzóis na corda. O anzol é ligado à corda não por um nó mas sim por trespassar a corda com o bico do anzol de modo a que fique a patilha do mesmo junto da corda. Atenção que a corda deve ficar por dentro da patilha do anzol e não por fora. Isto deve-se a quando a força é exercida pelo peixe a corda não permite que o anzol abra mas sim que fique sempre virado para dentro com a ajuda da patilha. A escolha do tamanho do anzol deve sempre ser em função do tamanho do jig, pela mesma razão que os anzóis devem ser de patilha e não de olhal. Isto se deve à leveza deste tipo de anzóis. Este tipo de anzóis foram criados para os jigs e técnica de slow pitch, onde o trabalhar do jig está por em cima de tudo, e todo o peso conta, daí se usar o mínimo de espessura em todos os materiais que são acoplados ao jig para que não perca a essência para o qual foi criado. 

Quando passarem o bico do anzol por dentro da corda não se preocupem com o nylon ou o fluor, mas sim em que o bico do anzol passe no meio da corda e que ele fique virado para dentro sem esforço nenhum.
  

 4º Passo...Agora vamos escolher um multi fino e com a côr que queremos com o qual vamos atar a corda à haste do anzol. Atenção para deixarem cerca de 1,5 a 2 cm de corda da patilha para a haste a qual vai ser usada como base de fixação ao anzol. Fazem uma laçada passando a linha 2 ou 3 vezes por dentro ou um nó simples à vossa escolha que vai servir para fixar a corda no inicio da patilha do anzol.




 Depois da primeira laçada basta fazerem mais uma meia laçada e apertar bem. De seguida começar a enrolar o multi à volta da haste e da corda até meio, no sentido da patilha para baixo até deixarem metade da corda sem enrolar. Nesta altura para fixar voltam a dar duas laçadas ou um nó como preferirem.



 5º Passo...Agora agarram na parte que sobrou e SÓ cortam o nylon ou o fluor rente ao nó do multi que deram sem danificar o resto da corda. A razão de se cortar o interior tem haver com a dobra do resto da corda que sobrou que irá ser amarrada também mas no sentido contrário ao que acabámos de fazer. E como o nylon ou o flúor é muito rijo ele não permite que o dobremos para que possamos passar a linha em condições. Tirando esse pormenor é preciso ver que a função do nylon ou  do flúor não é segurar o anzol à corda, mas sim a sua rigidez. Não se esqueçam de não atar o resto da corda por cima de onde ataram inicialmente, escolham um dos lados para que fique bem feito e não crie resistência dentro de água. quando terminarem, rematem com um nó ou duas laçadas e cortem o mais rente que conseguirem as pontas que sobrarem de multi.


 6º Passo e ultimo termina depois de atarem ambos os anzóis e darem duas de mão de super cola 3 ou então com a cola UV que até hoje se tornou a melhor solução.


Depois de terminado podem ver como fica e também reparem que os duplos da cabeça não se engatam nos da cauda. Eu fiz estas montagens com o que tinha em casa e mandei vir de Portugal sem ver, nomeadamente os anzóis que na minha opinião para estes jigs de 110 gramas deveriam ser um numero abaixo ou seja mais pequenos. E também o multi que podia ser mais fino.


OBS :  Não tenham receio de usar anzóis mais finos com medo de eles abrirem ou partirem com um peixe grande, pois quando um peixe se ferra em apenas um anzol, mal ele abana a cabeça os restantes anzóis acabam por se ferrar noutras zonas, ajudando a distribuir a força do peixe pelos 4 anzóis. Além do mais quando menor forem os anzóis maior é a probabilidade de terem mais ataques.

Como tudo na vida se trata de equilíbrio, cabe a nós conseguir manter esse balanço entre o trabalhar do jig natural e o conseguir ferrar e capturar seja ela qual for a espécie.





               Espero que vos tenha ajudado e até breve amigos

                                         Luís Malabar

terça-feira, 24 de maio de 2016

( Video ) como segurar no peixe sem magoar as mãos...



Boas Pessoal...


Eu decidi fazer este video para dar alguma ajuda à malta quando chega a altura de tirar fotos ao peixe...

Eu tenho visto centenas de pescadores nas redes sociais que quando chega a altura de levantar o peixe ao alto para tirar fotos, a meterem ambas as mãos dentro da zona das guelras do peixe, e como todos sabemos que essa zona em contacto com os nossos dedos e mãos pode ser bastante doloroso.

Esta técnica aprendi à muitos anos na caça submarina e sem sombra de duvida é a melhor quando queremos agarrar num peixe que já tenha um tamanho considerável.

Espero que vos seja útil e que possam usar isto muitas vezes...hahaha...tirando isso o meu marinheiro é um excelente pescador mas as câmaras e filmagens não são a praia dele...hahaha.



                              Um grande abraço e até breve

                                           Luís Malabar

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

O que os robalos e bailas andam a comer...



Nas últimas pescarias no mar, os robalos e bailas têm regurgitado esta dica...


Cheira me que eles andam a comer ayu/kaki...

sábado, 19 de julho de 2014

Tipos de Acção de uma cana

A maioria dos pescadores ainda tem dúvidas sobre o tipo de acções das canas e o que elas representam efectivamente.
Antigamente quase todas as canas eram parabólicas ou semi-parabólicas, mas nos últimos anos deu-se uma evolução nos conceitos e a maioria dos pescadores está a optar por canas mais rápidas, ou pelo menos progressivas.

No entanto continuo a considerar que para iniciantes, ou para pescas a grandes exemplares estas canas não são indicadas. No caso dos iniciantes pelo motivo de estas canas não aceitarem erros de postura, e no caso de grandes exemplares por estas caso não sejam utilizadas por pescadores experientes, poderem partir devido a pouca parábola que exercem em esforço.

Acção rápida ou de ponteira: Apresenta uma curvatura de cerca de 25% do comprimento da cana

Acção Semi-Parabólica: Apresenta uma curvatura de 30 a 50% do comprimento da cana

Acção Parabólica: Apresenta uma curvatura superior a 50% do comprimento da cana


Imagem explicativa:





sexta-feira, 11 de julho de 2014

TABELA DE CONVERSÃO DE LB PARA KG. e KG. PARA LB

Tabela de conversão de LB para KG.
Muitos são os que não sabem "ler" os dados de uma linha ou carreto... Por aqui vai facilitar a vossa pesquisa.

1KG - 2.2 LB
1 LB - 0.45 KG





Fica um site online de conversões:
http://www.onlineconversions.org/weight.htm?gclid=CN7SxqGtvr8CFSfLtAodI2UAmQ