Os nossos amigos

quinta-feira, 28 de julho de 2016

( CORRICO) ROBALO E BAILA AO CHICO FININHO




Uma bela manhã na Costa da Caparica a tentar com os sargos, Como eles não apareciam, vieram estes meninos ao chico fininho



Aristides Santos

quarta-feira, 27 de julho de 2016

( SURFCASTING) NA ONDA DAS FERREIRAS!!!


Aproveitando os dias de férias e as noites quentes que se fazem sentir, fica mais um surfcasting por Espanha, junto a França com amigos as Ferreiras

Uma pescaria muito divertida, cheia de actividade com ferreiras quileiras e bastantes capturas.
Adrenalina ao rubro...

Fica a fotoreportagem para um dia recordar...













JoãoNumerone

segunda-feira, 25 de julho de 2016

GOLFINHOS MORTOS NA ARTE XÁVEGA




Dezassete golfinhos morreram, esta sexta-feira, cerca das 16 

horas, depois de terem sido apanhados acidentalmente nas redes de pescadores de arte xávega, na praia de Mira.

Os pescadores da embarcação Alexandre Vieira aperceberam-se da 

situação no mar e tentaram libertar o grupo. "Eram cerca de 200, 

nunca tinha visto tantos na minha vida. Paramos várias vezes e 

tentamos que saíssem dos sacos das redes, mas não saíam", contou 

o proprietário da embarcação, José Vieira. Assim que chegaram 

perto de terra, cortaram as redes com a ajuda de banhistas. Para 

além da tristeza da morte dos golfinhos e de perder o pescado do 

lanço, José Vieira ficou com um prejuízo nas redes de 8 mil euros.

Luciano Santos Oliveira, comandante da Polícia Marítima de 

Aveiro, disse que foram "contabilizados 17 golfinhos comuns 

mortos" no areal. Os corpos dos animais foram recolhidos por 

biólogos e técnicos do Centro de Reabilitação de Animais 

Marinhos de Quiaios (CRAM-Q), que agora irão proceder às 

necrópsias (autópsia feita a animais), fazer análises e guardar 

amostras para investigação.

Os golfinhos mortos pertenciam a "um grupo heterogéneo, com 

adultos e juvenis, que se aproximou muito da costa. Estavam atrás 

de alimento ou de passagem", explicou Marisa Ferreira, bióloga do 

CRAM-Q, confirmando que estes cetáceos podem formar grupos 

de 200 elementos.

A captura acidental não é rara, mas tem diminuído devido à 

colocação de sensores nas redes, que emitem sinais sonoros de 

baixa intensidade para afastar os golfinhos. Raul Almeida, 

presidente da Câmara de Mira, diz que "foi confirmado que os 

sensores estavam a funcionar", mas não foi o suficiente para 

impedir a tragédia.



PARA QUANDO O FIM DESTA VERGONHA?