Uma das grandes marcas de amostras do mundo, com design´s arrebatadores lançou o seu catálogo para 2013. Muitas novidades em cores que prometem deixar qualquer pescador deliciado.
Os nossos amigos
domingo, 14 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Bailas com chico fininho e o gang da grade!
Bem...
Como diz o título este tem sido o gang da grade. Muitas spinadelas e nada de peixe. Lololol. Isto anda difícil Muita vontade, mas poucos resultados.
Com as pragas que o Filipe nos roga, é mesmo difícil capturar alguma coisa. Ele só diz... Não vão apanhar nada, vão para o sitio errado, escolheram mal o dia... Lol. Num destes dias, o windguru marcava o mar de oeste, ondulação de 2,5 metros, e perspectivava-se um mar lindo e espumado. No gozo lá perguntei ao rogador de pragas o que ele achava, e ele com a lata do costume, olhou e disse: Desta vão apanhar peixe... O mar está bom. Boa escolha" e riu-se... Julguei como sempre que estava a gozar, mas ele insistiu que não... Para irmos, que ia estar bom.
Como diz o título este tem sido o gang da grade. Muitas spinadelas e nada de peixe. Lololol. Isto anda difícil Muita vontade, mas poucos resultados.
Com as pragas que o Filipe nos roga, é mesmo difícil capturar alguma coisa. Ele só diz... Não vão apanhar nada, vão para o sitio errado, escolheram mal o dia... Lol. Num destes dias, o windguru marcava o mar de oeste, ondulação de 2,5 metros, e perspectivava-se um mar lindo e espumado. No gozo lá perguntei ao rogador de pragas o que ele achava, e ele com a lata do costume, olhou e disse: Desta vão apanhar peixe... O mar está bom. Boa escolha" e riu-se... Julguei como sempre que estava a gozar, mas ele insistiu que não... Para irmos, que ia estar bom.
Após termos
confirmado o WINDGURU que o mar iria reunir as condições mínimas para podermos
pescar onde queríamos, decidimos combinar ir para mais uma grade... eh eh eh.
E os 3
actores foram os de sempre, somos o gang da grade: Miguel Candeias , Filipe João e Santos.
A hora de encontro foi
às 05h:30min, de modo a fazermos o nascer do dia que coincidia com a vazante altura propícia para a pesca do corrico e spinning.
Chegamos ao pesqueiro ainda de noite, preparamos as nossas “esferográficas” com
as respectivas “cores”, em que cada um depositava maior fé nelas, e assim foi.
Caminhamos cerca de 5/10 mins, até chegarmos ao pesqueiro.
Estava uma
noite típica de verão, o bafo fazia-se sentir, a água devia estar a uns 20º. A fé essa era grande como sempre no início de uma jornada.
Fomos experimentando de tudo, jerkbaits, vinis, metal vibs, mas nada. Já tinha
passado o período forte (nascer do dia), e o peixe não dava sinal. Mais uma grade era só o que eu pensava... Raios para isto.
À medida que
a maré foi vazando, ia descobrindo um cabeço, onde a partir de lá se conseguia
lançar para um fundão. Resolvemos tentar algo nessa zona pois já se tinha dado a volta a tudo e nada...
Insistimos
nesse cabeço com os jerkbaits, mas nada... Que tristeza.
Já por volta das 10h:00min, o
Sr.Santos decide trocar de estratégia, e vai buscar um sistema que ele mesmo
fez, que permite pescar à borrachinha com a cana de spinning. Uma espécie de corriping, lololol.
Escolhida a
borrachinha, chumbada de 40 gr, vai de lançar para o fundão. Nem tinha passado 1
min, e quando olho para ele já o drag tinha disparado e a cana estava em tensão ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ, já estava “um” cravado. Que se veio a revelar mais tarde ser “uma”, bela baila. FINALMENTE. Já merecíamos.
Eu vendo logo o sucedido, fui logo "cravar" um
sistema daqueles ao sr.santos, mais respectiva borrachinha, hehehe. Mesmo sem
nunca ter pescado dessa forma, lá fui eu.. Primeiro lançamento e estou eu a
perguntar: Como é que puxa isto? É assim ou mais rápido? Ou mais devagar? E...ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ.. Heheh. Eu todo contente, porque seria o meu 1º peixe
tirado com borrachinha, assim que chega a terra, confirmado.. Mais uma baila de
bom porte. De seguida ambos ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ assim foi, ali em 30/40 mins fez-se a pesca, eram ataques atrás de ataques, tudo bailas de bom porte, gordas. Foi pena o Sr. Filipe ter passado este bocado a desenlear o multifilar pois também tinha apanhado alguma das boas.
Elas estava vorazes, e já com umas 7 cá fora, a minha cana leva um grande puxão e o drag ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ, esta era a maior de todas. Grande pesca ali em minutos. Foi uma manhã bem passada entre um grupo fenomenal que muitas pescas tem feito em conjunto.
Para breve iremos lá de novo. Aguardem...
Nunca
pensava eu quando acordei nesse dia, que ia ter tamanha alegria e seria
contemplado com 4 boas bailas. Voltei a casa com sorriso de orelha a orelha :D
Material:
Canas:
Shimano Diaflash / Shimano Lesath / Shiamno Vengeance
Amostras: Lucky craft flashminnow; Akada; Jackson; Max rap, raglous e chico fininho
Miguel Candeias, Filipe João, Santos
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Novidades Shimano 2013 - Breve apresentação de Canas/ com catálogo
Boas,
Este ano pude ter todos os modelos da Shimano na mão em todas as famílias(gamas), e pude em quase todas testar uns minutos e ficar com um parecer minimamente fiável.
Gostei no geral do que vi, mas nem todas as gamas foram presenteadas, como a meu ver mereciam.
Comecemos então pelo Surfcasting:
Nesta gama confesso que fiquei muito desiludido. Primeiro porque a Shimano à 5 anos atrás tinha uma vasta gama de canas de qualidade superior.
Quando me lembro de canas como a Super aero technium cinza, Antares, ou as Power Aero Azuis, fico meio pensativo no que falhou nos últimos anos na marca. Talvez o nosso mercado tenha deixado de ser levado em conta, mas isso faz-me confusão numa marca que tem aumentado as vendas e que por exemplo vende mais em Portugal do que em Espanha( em %).
Tudo depende da estratégia que a empresa pretende implementar e das gamas que sente que devem merecer maior investimento, mas sendo Portugal um país cujo surfcasting é tradicionalmente uma das modalidades principais, se não é mesmo a principal, estranho muito a falta de atenção que tem sido dada a esta família, quer qualidade, quer em componentes, quer nos sacos de transporte muito fracos que a marca nos oferece. Eu pessoalmente espero mais da marca.
Quando soube que a marca tinha 4 novos modelos e um 5 em agenda fiquei expectante. Depois de poder manusear todas, posso tecer alguns breves comentários, deixando o plano individual para breve...
Do mal o menos a Super aero technium tubular em 4,25 mt. e até a a de 4,50mt. híbrida( embora um pouco seca, é uma cana muito potente), são canas de elevada qualidade e que representam bem o caminho que a marca deve seguir.
Ultegra BX Tubular- Cana apenas existente em 4,25mt. O BX da Ultegra parece um XXH, é dura, seca em demasia, tem uma ponteira muito grossa, e só a posso aconselhar a quem goste de canas extra fortes, e cujo flexibilidade seja praticamente nula.
Speedcast Tubular- É uma cana interessante, semi-parabólica, de cor branca, muito bonita em termos de design. Achei-a muito interessante para a gama onde se insere. É verdade que a ponteira é grossa, mas o 2º elemento é menos duro do que o da Ultegra e isso permite-lhe ter um trabalhar muito mais adequado. Vem equipada com Fuji de diâmetros bem generosos, o que a torna polivalente. O modelo CX só existe em 4,25 mt.
Tem um pormenor que me saltou à vista, o espigão entre o 2 e 3 elemento fica um pouco à vista o que devia ter sido repensado e alterado nem que seja pela questão estética. É claramente uma cana a rever, pois parece-me que vai vender bem principalmente para quem gosta de canas fortes e robustas.
Surf Leader Ultra: Ia caindo para o lado... O amarelo alterado em relação à última cana deixa muito a desejar, a cana vem com uma ponteira assustadora de tão grossa que é, retiraram os acabamentos fabulosos da oriental arts.
Para que percebam a cana era híbrida e tentaram fazer dela uma cana tubular, mas falhou algo. O pior é que numa gama alta, não se entende. Tenho muita pena, mas julgo não ser uma cana vendável no nosso país.
Power Aero Sensitive: Aqui sim, nesta cana vi a antiga qualidade Shimano. Linda, com acabamentos de luxo, um carbono com biofibra daqueles que a marca nos habitou, mas depois com uma ponteira híbrida magnífica, que dá à cana uma acção ideal para a pesca de praia. Aqui sim, quem a fez, percebe o que está a fazer, e percebeu o que é o Surfcasting actual. Vão gostar desta cana que sai apenas em meados do ano que vem. Acção até 225 gramas, com best performance de 130-200. Para mim tem a best performance nas 140/150 gramas.
Technium Híbrida: Com uns acabamentos ainda algo antiquados, a cana na versão híbrida agrada-me mais do que na versão tubular. Cana aceitável e com algum mercado a meu ver, mas merecia outro tipo de acabamentos.
E por aqui nos ficamos, resta esperar que para o ano a Shimano perceba o que necessita para tornar a estar na ribalta nesta gama. Reafirmo a ideia de que em cada país e gama se deve ter bem a noção do que o marcado pede. Basta ter pessoas que o entendam a fazer as escolhas.
Bóia/chumbadinha:
Esta gama é uma espécie de patinho feio da marca, onde não investe praticamente nada, mais uma vez digo, num país que pratica muito este tipo de modalidade. Pedia-se mais opções de mercado e uma cana pelo menos de alto nível.
A marca no entanto vai lançar a Forcemaster uma cana que achei interessante, de cor cinza/escuro, que sem ser muito vistosa é simples e na gama onde se vai inserir( média, 125 a 140 euros) parece-me muito aceitável. Gostei da cana, é semi-parabólica, vem com um carbono bastante robusto e julgo ser vendável enquanto cana. Um ou outro toque de requinte podia catapultá-la para algo mais... Deverá sair em breve para o mercado, para já não aparece no catálogo...
Embarcada:
O topo de gama mantém-se, a Antares, uma cana muito bonita, com acabamentos de luxo. Pessoalmente achei-a apenas um pouco seca demais o que não é o meu género.
Na gama abaixo a Speedmaster foi remodelada e vem com acabamentos muito superiores e de cor cinza. Passadores Fuji, e um carbono mais leve e pareceu-me menos seco do que a antecessora.
Também na gama baixa, a Catana teve direito a uma cana que achei muito jeitosa para o preço. Bonita, simples, e com uma acção semi-parabólica é uma cana a ter em conta e que pode deixar marca devido ao preço aceitável que tem (70/80 euros)
Na gama telescópica gostei de ver a Catana e a Vengeance canas de uma gama baixa, que para pesca ligeira com gramagens baixas são interessantes. São canas para pescas a baixas profundidades.
Telescópicas:
Aqui está uma gama com boas novidades, deveras interessantes e com muita qualidade.
O que falta aqui à Shimano nem é qualidade, é mesmo o facto de Portugal ser um país onde tradicionalmente os pescadores gastam muito dinheiro em canas de 3 partes, mas nas versões telescópicas preferem gamas mais em conta. Isto além de a Shimano limitar muito as gramagens de referência ao valor de 200 gramas, o que para os pescadores nacionais habituados a serem ludibriados por muitas marcas acabam por considerar a acção insuficiente.
Aqui apenas aponto a falta de sensibilidade sobre o que o marcado aqui nos dá, mas o nível das canas está alto.
Quase todas têm excelentes acabamentos, um diâmetro muito fino, e uma acção que a mim me agrada neste segmento.
A gama alta neste segmento passa a ser a Super Aero technium uma cana muito potente.
Também a Speedcast tem aqui uma versão telescópica muito elegante, e que vale a pena reter. Forte q.b., com acabamentos de luxo, de cor branca.
Na versão mais em conta a Vengeance é uma cana muito interessante, e que pode ser uma boa aposta em valores abaixo dos 75 euros.
Spinning:
Para o fim fica o Spinning, claramente a família onde a Shimano mais investe e onde vi as melhores novidades. Sem dúvida de parabéns a marca pelo trabalho neste campo. Entendo como amante da modalidade o porquê de aqui se dar o grande investimento. À escala global, está aqui a galinha de ovos de ouro!
As novidades são muitas vou apenas destacar o que mais gostei. Começo por dizer que a cana que seria o topo de gama e que foi feita na versão normal e na versão Power Game, a WILD ROMANCE, parece que não será uma aposta por parte da Normark e não entrará em catálogo. Desconheço os motivos. Na mão a versão normal, a única com que contactei, pareceu-me frágil. A cor, bem, digamos que é diferente, um género de roxo petrolina.
Apesar desta desilusão, rapidamente me saltaram à vista outros modelos muito bem acabados e que serão um sucesso em Portugal.
Começo pelas versões mais em conta:
A grande novidade que destaco e que me agradou, foi a Scimitar, uma cana que vem na versão acima da Vengeance, e que tem tal como a Vengeance uma relação preço/qualidade fenomenal. É caso para dizer que qualquer pessoa pode fazer spinning pois o preço está muito em conta para o geral existente.
Scimitar- Inserida na gama acima da Vengeance esta cana que consegue englobar uma vasta gama de tamanhos, vem a meu ver num preço fenomenal para o design e qualidade que aparenta. Com um C.W. de 15-60 gramas esta cana perfila-se como uma das mais vendidas no próximo ano para a modalide. Na mão senti uma cana bastante equilibrada, nada "bambalhona", nem demasiado rija. Óptima para quem começa a modalidade.
Beastmaster Seabass - Uma excelente surpresa. Esta gama, típica da Seabass é muito potenta, tem uma reserva de gramagem que lhe permite lançar não só Jerkbaits mas também Vinis e chivos.
Num preço abaixo de 100 euros, e com a qualidade que a gama sempre nos apresentou, esta cana é uma solução muito interessante para quem queira ummodelo Seabass polivalente sem gastar muito dinheiro.
Stradic- A cana que mais me impressionou nesta gama. Como sempre o digo, os gostos não se discutem, mas esta cana é lindíssima, tem acabamentos fenomenais, e vem equipada com passadores Fuji Alconite.
Também de acção 15-60 na versão H, e muito rápida na acção de pesca, foi para os meus olhos a que mais me agradou, e a que considero ter melhor relação preço/qualidade de todas as que vi.
Biomaster - Uma cana muito elegante, típica da gama Biomaster. Com passadores Fuji K, esta cana traz uma acção óptima para trabalhar com jerkbaits e apresenta uma reserva de potência muito interessante. É rápida, leve e promete ser um caso sério dentro das gamas médias onde se insere. É a par da Stradic as grandes novidades nos segmentos entre 100-175 euros.
Ospescas.
Este ano pude ter todos os modelos da Shimano na mão em todas as famílias(gamas), e pude em quase todas testar uns minutos e ficar com um parecer minimamente fiável.
Gostei no geral do que vi, mas nem todas as gamas foram presenteadas, como a meu ver mereciam.
Comecemos então pelo Surfcasting:
Nesta gama confesso que fiquei muito desiludido. Primeiro porque a Shimano à 5 anos atrás tinha uma vasta gama de canas de qualidade superior.
Quando me lembro de canas como a Super aero technium cinza, Antares, ou as Power Aero Azuis, fico meio pensativo no que falhou nos últimos anos na marca. Talvez o nosso mercado tenha deixado de ser levado em conta, mas isso faz-me confusão numa marca que tem aumentado as vendas e que por exemplo vende mais em Portugal do que em Espanha( em %).
Tudo depende da estratégia que a empresa pretende implementar e das gamas que sente que devem merecer maior investimento, mas sendo Portugal um país cujo surfcasting é tradicionalmente uma das modalidades principais, se não é mesmo a principal, estranho muito a falta de atenção que tem sido dada a esta família, quer qualidade, quer em componentes, quer nos sacos de transporte muito fracos que a marca nos oferece. Eu pessoalmente espero mais da marca.
Quando soube que a marca tinha 4 novos modelos e um 5 em agenda fiquei expectante. Depois de poder manusear todas, posso tecer alguns breves comentários, deixando o plano individual para breve...
Do mal o menos a Super aero technium tubular em 4,25 mt. e até a a de 4,50mt. híbrida( embora um pouco seca, é uma cana muito potente), são canas de elevada qualidade e que representam bem o caminho que a marca deve seguir.
Ultegra BX Tubular- Cana apenas existente em 4,25mt. O BX da Ultegra parece um XXH, é dura, seca em demasia, tem uma ponteira muito grossa, e só a posso aconselhar a quem goste de canas extra fortes, e cujo flexibilidade seja praticamente nula.
Speedcast Tubular- É uma cana interessante, semi-parabólica, de cor branca, muito bonita em termos de design. Achei-a muito interessante para a gama onde se insere. É verdade que a ponteira é grossa, mas o 2º elemento é menos duro do que o da Ultegra e isso permite-lhe ter um trabalhar muito mais adequado. Vem equipada com Fuji de diâmetros bem generosos, o que a torna polivalente. O modelo CX só existe em 4,25 mt.
Tem um pormenor que me saltou à vista, o espigão entre o 2 e 3 elemento fica um pouco à vista o que devia ter sido repensado e alterado nem que seja pela questão estética. É claramente uma cana a rever, pois parece-me que vai vender bem principalmente para quem gosta de canas fortes e robustas.
Surf Leader Ultra: Ia caindo para o lado... O amarelo alterado em relação à última cana deixa muito a desejar, a cana vem com uma ponteira assustadora de tão grossa que é, retiraram os acabamentos fabulosos da oriental arts.
Para que percebam a cana era híbrida e tentaram fazer dela uma cana tubular, mas falhou algo. O pior é que numa gama alta, não se entende. Tenho muita pena, mas julgo não ser uma cana vendável no nosso país.
Power Aero Sensitive: Aqui sim, nesta cana vi a antiga qualidade Shimano. Linda, com acabamentos de luxo, um carbono com biofibra daqueles que a marca nos habitou, mas depois com uma ponteira híbrida magnífica, que dá à cana uma acção ideal para a pesca de praia. Aqui sim, quem a fez, percebe o que está a fazer, e percebeu o que é o Surfcasting actual. Vão gostar desta cana que sai apenas em meados do ano que vem. Acção até 225 gramas, com best performance de 130-200. Para mim tem a best performance nas 140/150 gramas.
Technium Híbrida: Com uns acabamentos ainda algo antiquados, a cana na versão híbrida agrada-me mais do que na versão tubular. Cana aceitável e com algum mercado a meu ver, mas merecia outro tipo de acabamentos.
E por aqui nos ficamos, resta esperar que para o ano a Shimano perceba o que necessita para tornar a estar na ribalta nesta gama. Reafirmo a ideia de que em cada país e gama se deve ter bem a noção do que o marcado pede. Basta ter pessoas que o entendam a fazer as escolhas.
Bóia/chumbadinha:
Esta gama é uma espécie de patinho feio da marca, onde não investe praticamente nada, mais uma vez digo, num país que pratica muito este tipo de modalidade. Pedia-se mais opções de mercado e uma cana pelo menos de alto nível.
A marca no entanto vai lançar a Forcemaster uma cana que achei interessante, de cor cinza/escuro, que sem ser muito vistosa é simples e na gama onde se vai inserir( média, 125 a 140 euros) parece-me muito aceitável. Gostei da cana, é semi-parabólica, vem com um carbono bastante robusto e julgo ser vendável enquanto cana. Um ou outro toque de requinte podia catapultá-la para algo mais... Deverá sair em breve para o mercado, para já não aparece no catálogo...
Embarcada:
O topo de gama mantém-se, a Antares, uma cana muito bonita, com acabamentos de luxo. Pessoalmente achei-a apenas um pouco seca demais o que não é o meu género.
Na gama abaixo a Speedmaster foi remodelada e vem com acabamentos muito superiores e de cor cinza. Passadores Fuji, e um carbono mais leve e pareceu-me menos seco do que a antecessora.
Também na gama baixa, a Catana teve direito a uma cana que achei muito jeitosa para o preço. Bonita, simples, e com uma acção semi-parabólica é uma cana a ter em conta e que pode deixar marca devido ao preço aceitável que tem (70/80 euros)
Na gama telescópica gostei de ver a Catana e a Vengeance canas de uma gama baixa, que para pesca ligeira com gramagens baixas são interessantes. São canas para pescas a baixas profundidades.
Telescópicas:
Aqui está uma gama com boas novidades, deveras interessantes e com muita qualidade.
O que falta aqui à Shimano nem é qualidade, é mesmo o facto de Portugal ser um país onde tradicionalmente os pescadores gastam muito dinheiro em canas de 3 partes, mas nas versões telescópicas preferem gamas mais em conta. Isto além de a Shimano limitar muito as gramagens de referência ao valor de 200 gramas, o que para os pescadores nacionais habituados a serem ludibriados por muitas marcas acabam por considerar a acção insuficiente.
Aqui apenas aponto a falta de sensibilidade sobre o que o marcado aqui nos dá, mas o nível das canas está alto.
Quase todas têm excelentes acabamentos, um diâmetro muito fino, e uma acção que a mim me agrada neste segmento.
A gama alta neste segmento passa a ser a Super Aero technium uma cana muito potente.
Também a Speedcast tem aqui uma versão telescópica muito elegante, e que vale a pena reter. Forte q.b., com acabamentos de luxo, de cor branca.
Na versão mais em conta a Vengeance é uma cana muito interessante, e que pode ser uma boa aposta em valores abaixo dos 75 euros.
Spinning:
Para o fim fica o Spinning, claramente a família onde a Shimano mais investe e onde vi as melhores novidades. Sem dúvida de parabéns a marca pelo trabalho neste campo. Entendo como amante da modalidade o porquê de aqui se dar o grande investimento. À escala global, está aqui a galinha de ovos de ouro!
As novidades são muitas vou apenas destacar o que mais gostei. Começo por dizer que a cana que seria o topo de gama e que foi feita na versão normal e na versão Power Game, a WILD ROMANCE, parece que não será uma aposta por parte da Normark e não entrará em catálogo. Desconheço os motivos. Na mão a versão normal, a única com que contactei, pareceu-me frágil. A cor, bem, digamos que é diferente, um género de roxo petrolina.
Apesar desta desilusão, rapidamente me saltaram à vista outros modelos muito bem acabados e que serão um sucesso em Portugal.
Começo pelas versões mais em conta:
A grande novidade que destaco e que me agradou, foi a Scimitar, uma cana que vem na versão acima da Vengeance, e que tem tal como a Vengeance uma relação preço/qualidade fenomenal. É caso para dizer que qualquer pessoa pode fazer spinning pois o preço está muito em conta para o geral existente.
Scimitar- Inserida na gama acima da Vengeance esta cana que consegue englobar uma vasta gama de tamanhos, vem a meu ver num preço fenomenal para o design e qualidade que aparenta. Com um C.W. de 15-60 gramas esta cana perfila-se como uma das mais vendidas no próximo ano para a modalide. Na mão senti uma cana bastante equilibrada, nada "bambalhona", nem demasiado rija. Óptima para quem começa a modalidade.
Beastmaster Seabass - Uma excelente surpresa. Esta gama, típica da Seabass é muito potenta, tem uma reserva de gramagem que lhe permite lançar não só Jerkbaits mas também Vinis e chivos.
Num preço abaixo de 100 euros, e com a qualidade que a gama sempre nos apresentou, esta cana é uma solução muito interessante para quem queira ummodelo Seabass polivalente sem gastar muito dinheiro.
Stradic- A cana que mais me impressionou nesta gama. Como sempre o digo, os gostos não se discutem, mas esta cana é lindíssima, tem acabamentos fenomenais, e vem equipada com passadores Fuji Alconite.
Também de acção 15-60 na versão H, e muito rápida na acção de pesca, foi para os meus olhos a que mais me agradou, e a que considero ter melhor relação preço/qualidade de todas as que vi.
Biomaster - Uma cana muito elegante, típica da gama Biomaster. Com passadores Fuji K, esta cana traz uma acção óptima para trabalhar com jerkbaits e apresenta uma reserva de potência muito interessante. É rápida, leve e promete ser um caso sério dentro das gamas médias onde se insere. É a par da Stradic as grandes novidades nos segmentos entre 100-175 euros.
Ospescas.
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